Jesus Matim-Barbero é mais claro ao afirmar que os gêneros atuam estrategicamente na produção e como leitura de si mesmo, permitindo que o sentido da narrativa seja produzido e consumido. “lido e compreendido, e que, diferentemente da obra na cultura culta, constitui-se na unidade de análise da cultura de massas” (MARTIM-BARBERO, Jesus. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. RJ: UFRJ, 1997, p. 183)
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