terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Vejamos, agora, cada um dos gêneros opinativos

1. Editorial

Marques de Melo (2003, p. 103-104), aponta que o editorial “é o gênero jornalístico que expressa a opinião oficial de empresa diante dos fatos de maior repercussão no momento”. O mesmo autor, entretanto, aponta que a natureza do editorial como “porta-voz” da empresa jornalística precisa ser melhor compreendida e definida. De qual “empresa” estamos falando?
Dessa forma, é preciso considerar que o editorial não reflete a “opinião da empresa”, mas dos “diferentes núcleos que participam da propriedade da organização”.

Gêneros Opinativos

Gêneros Opinativos:
Em seu livro Jornalismo opinativo< , o professor José Marques de Melo, aponta a existência de quatro núcleos emissores de opinião no jornalismo brasileiro: opinião da empresa(editorial), opinião do jornalista (comentário, resenha, crônica, artigo), opinião do colaborador (artigo) e opinião do leitor (carta).

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Entrevista com Clarice Esperança

Exemplo de entrevista:

1 setembro 2008

Depois de começar no jornalismo trabalhando em rádios – Bandeirantes e Gaúcha -, Clarice Esperança rumou para a mídia com a qual mais adaptou-se: o jornal. Trabalhou doze anos no jornal Zero Hora, de 1992 a 2004. Lá, esteve em praticamente todas as editorias, como repórter, editora e chege de reportagem. Saiu de ZH para voltar a estudar. Fez mestrado em História e lecionou na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Aproveitamos para agradecer nossa entrevistada. Ela é responsável direta por esse blog. Foi na cadeira ministrada por ela que começamos, e sua idéia de os alunos criarem blogs foi uma das grandes sacadas de todos esses semestres de faculdade. Valeu pelo estímulo, Clarice.



Jornalismo B – Qual a função do Jornalismo, pra ti?


Clarice Esperança – Ah não, pelo amor de deus… [risos]

Jornalismo B – Já entrando de sola…


Clarice – Ah, não sei, não tenho a mínima idéia qual seja a função do Jornalismo. Acho que depende, historicamente tem funções diferentes. Agora, pra mim, eu não compartilho de uma visão idealista que acha que o Jornalismo tem que… Deixa eu pensar, peraí. Depois vocês editam isso. Ai, que coisa complicada. Assim, eu não tenho uma visão muito idealista no sentido de achar que o Jornalismo vai mudar a sociedade. E não acho que seja a função do Jornalismo mudar a sociedade. Porque ele não é constituído assim. Mas eu acho interessante o Jornalismo como manifestação do ser humano cultural porque ele é uma prática totalmente contraditória. É uma prática criada pra alicerçar uma sociedade burguesa capitalista, o ideário, toda aquela coisa de liberdade, de “nós, burgueses, sabemos, nós temos a visão da sociedade” e tal, essa coisa meio iluminista. Mas ao mesmo tempo, e essa é a grande contradição, e que é interessante, o Jornalismo é uma força desestabilizadora. Então mesmo quando a gente vai ver… Todas as ditaduras, a primeira coisa que elas fazem é cercear a imprensa, mesmo quando essa imprensa às vezes é alinhada com a ditadura, como ocorreu por exemplo em 64. Tinha uma imprensa que apoiava o golpe e que, no entanto, foi depois censurada, porque a liberdade de imprensa é ameaça, mesmo que essa liberdade a gente vá dizer assim “hoje os veículos estão todos alinhados, com uma visão mais hegemônica, blá blá blá”, se a gente fosse ter um discurso bem de esquerda. Mas ao mesmo tempo essa liberdade, as características do campo jornalístico em si desestabilizam a sociedade. Acho que isso é interessante, é um motor de movimento da sociedade. Mas qual que é a função do Jornalismo? Acho isso muito complicado. Não sei pra que serve.

Jornalismo B – De todas as funções que tu colocaste, a imprensa brasileira cumpre isso?

Clarice – Hoje? Acho que às vezes, sim. Dependendo, o que é imprensa brasileira? A grande imprensa brasileira, tá complicada a coisa, por questões materiais. A gente está vivendo um momento, aí não tenho tanta informação, mas que eu saiba tem um momento de aglomeração dos impérios, ou uma consolidação, não sei como se diz isso economicamente falando. Mas a gente tem a compra de uns, há uma boataria agora que o Estadão foi comprado pela Globo. Não se define, cada vez mais tu tens menos donos, e esses veículos estão ficando maiores, então tu vais ter interesses… E mais do que isso, essas empresas estão ligadas a outras áreas, e essas outras áreas também definem interesses dentro da linha editorial da empresa. Então ali a questão fica meio complicada. Isso e mais algumas questões relacionadas à própria formação do jornalista hoje, que eu acho que deveria investir mais na questão mais crítica mesmo, que acho que deixa um pouco de lado. E aí é meio complicado, porque a crítica me parece que está errada no jeito que ela é articulada nas faculdades. E o próprio tipo de configuração do profissional, que o jornalista é um cara mais individualista, mais personalista, e a gente vive um momento assim. Mas acho que a gente tem experiências muito interessantes, e aí dizendo a mesma coisa de sempre, a Piauí, a Caros Amigos, a própria Carta Capital, e é interessantíssimo que a Carta Capital seja encabeçada por um cara como o Mino Carta, que vai revolucionar a imprensa brasileira com a Veja, com o Jornal da Tarde, e que agora tem uma experiência super interessante, super nova, super legal, que é a Carta Capital. E os blogs, os sites, acho que tem coisas legais acontecendo. Acho que é um momento de transição, vamos ver o que vai acontecer.

Jornalismo B – Como tu achas que os jornalistas que não nasceram na era da internet lidam com os blogs? Como eles percebem o surgimento e o crescimento dos blogs?

Clarice – Acho que eles percebem como uma oportunidade, porém sem entender exatamente as possibilidades que a linguagem dá, coisa que a geração de vocês, ou até, por exemplo, a geração dos meus filhos, vai entender de uma forma muito mais simples. É uma tecnologia que apresenta, e cada vez mais, toda semana, todo mês, uma série de mudanças e possibilidades novas. E o que eu acho que esses jornalistas antigos… Antigos!? Os jornalistas da minha geração, da geração um pouquinho anterior utilizam isso muito espertamente. A gente tem aí uma quantidade de blogs que tem o pessoal ganhando dinheiro com blog, muito jornalista ganhando dinheiro com blog porque eles vêem isso como um meio, e vêem que é um meio barato, não gasta pra fazer. Mas acho que ainda não se tem a noção das grandes possibilidades que têm de comunicação disso. Então acho que isso vai mudando. Agora, não menosprezem os jornalistas antigos, eles são espertos, eles sobrevivem por isso.

Jornalismo B – Até que ponto o Jornalismo é uma forma de se fazer história?

Clarice – Depende de qual é o conceito de história. Todos nós fazemos história. A gente, nesse momento, está fazendo história. O jornalista, tem aquele texto, não sei se tu estavas na aula de seminário que a gente trabalhou com um texto, isso é pra sabotar a entrevista de vocês, a gente trabalhou com um texto que é “Os jornalistas fazem história”, no qual o cara analisa o trabalho dos jornalistas do Watergate. E ele vai dizer isso, que na verdade o jornalista é um ator da história, ele age sobre a história. Pra mim fica muito difícil não estabelecer a dicotomia jornalista/historiador. O historiador, pelo contrário, ele é um cara que… Na verdade o historiador também faz história, no momento em que ele cria um conceito, ele dá um sentido pro tempo passado. Um historiador que escreve hoje sobre Jango, sobre Getúlio, está fazendo história porque ele dá um sentido pro passado. Ao dar um sentido pro passado, ele vai agir sobre o presente. Mas o jornalista age sobre o presente, diretamente, ele constrói a história. Isso que é interessante, por exemplo, ontem participei de uma banca que era um trabalho muito bom que falava sobre como a Veja constrói a imagem do Hugo Chávez. Então ao construir essa imagem, ela está fazendo história, porque não existe… Essa é uma questão que eu às vezes me bato um pouco na área da comunicação. Não existe uma essência do Hugo Chávez, existem vários Hugo Chávez. Isso não é pós-modernismo, não sou adepta desse tipo de visão. Então as várias formas, as várias versões do Hugo Chávez, uma delas é a Veja. A gente tem permanentemente no presente um choque de visões. E o Jornalismo atua diretamente nessa luta, que é de articulações.

Jornalismo B – Os historiadores hoje usam muito o jornal impresso do passado como fonte pra pesquisas históricas. Tu achas que, com a quantidade absurda de informações que a gente tem hoje, isso vai facilitar ou dificultar o trabalho dos historiadores no futuro?

Clarice – Isso já é uma coisa bem discutida, tem até um texto do Hobsbawm, quer dizer, tem vários textos, eu me lembro agora de um do Hobsbawm sobre história do presente que ele fala isso. Tu tens uma quantidade imensa de informação e uma dificuldade muito grande de articular essas informações. Enquanto isso, tu vai estudar a história colonial e tu tens dois, três documentos, e aí tu resolves isso. São dificuldades diferentes. A pessoa, o especialista tem que ter instrumentos e tem que pensar formas de lidar com isso diretamente. Por um lado sempre é bom ter um monte de fontes disponíveis, isso facilita, quer dizer, isso não facilita o teu trabalho, mas isso permite o teu trabalho. Mas por outro lado tu tens que saber articular elas, senão tu vais fazer uma colagem que não é essa a questão, não é isso que interessa.

Jornalismo B – Há poucas décadas os jornais impressos eram quase panfletos de determinados partidos ou ideologias. Hoje os jornais alegam que isso mudou. Realmente mudou e a mudança editorial é positiva ou negativa?

Clarice – Bom, tu estás me pedindo pra julgar a história. Isso o jornalista pode fazer, o historiador não faz, não julga a história, não somos juízes. Mas enfim, acho que tem que pensar no que leva a esse tipo de mudança. Tem uma sociedade que mudou naquele momento e pra qual aquele tipo de veículo, aquele tipo de modelo, de paradigma do Jornalismo não funcionava mais. Porque não atendia as possibilidades que estavam abertas naquele momento. Eu acho que é difícil, que seria muito anacrônico da minha parte fazer uma comparação entre hoje e aquele momento, a não ser no sentido de que sim, a imprensa que a gente tem hoje não atende mais as possibilidades do tempo que a gente está vivendo, há um desequilíbrio nisso. Então, por isso me parece, na minha humilde opinião, que tu tens uma tendência muito grande, por causa da evolução da técnica, por essa questão dessa descrença nesse paradigma informativo que tu estás manifestando e que a gente vê claramente nos papos com as pessoas um pouco mais bem informadas. O jornalismo informativo não dá mais conta de responder as questões da sociedade e teve um momento em que ele dava. Então eu acho que o que a gente pode fazer de paralelo entre esses dois momentos é isso. É o momento em que eu estou esperando uma mudança, e acho que a gente tem alguns programas que tentam aliar já o informativo com o opinativo, e criar uma outra coisa. E talvez a saída seja por aí, ou talvez a saída seja uma outra coisa. Os próprios blogs, alguns aliam esse tipo de coisa.

Jornalismo B – Qual é o futuro do jornal impresso?

Clarice – Não sei, não tenho bola de cristal, não tenho a mínima idéia.

Jornalismo B – Nenhum palpite?

Clarice – Não sei, acho que a idéia é que se segmente, que cada vez fique mais voltado pra grupos específicos. Acho que aí tem outras questões que é a coisa da leitura. Como é que vai ficar a nossa leitura? A gente vai continuar lendo um livro? Como vão ser, por exemplo, as novas telas? Eu já vi matérias sobre, não sei exatamente o nome, mas uns computadorzinhos, umas coisas que tu lês diretamente numa telinha pequena que tu andas… Jornais e tal, o New York Times. Então isso depende dessas coisas técnicas. E depende de quanto o jornal conseguir manter a sua utilidade. Porque basicamente é isso: quanto mais útil for o jornal, mais ele vai ter leitura.

Jornalismo B – Tu trabalhas muito com futuros jornalistas, como professora. Dentro dessa tua experiência, como tu vês o futuro do Jornalismo brasileiro?


Clarice – Ah, eu vejo muito bem, sou muito otimista, porque eu gosto muito dos meus alunos, acho que eles são muito inteligentes, espertos. Fico muito feliz quando eles conseguem tocar pra frente experiências. E acho que o papel do professor, muito mais do que ensinar, é mostrar uma série de coisas e fazer as pessoas terem confiança e tocarem pra frente. Acho que hoje em dia o papel do professor, pra essa geração, que é uma geração muito insegura, é fazer as pessoas confiarem no seu taco porque são boas. Se os jovens de hoje confiarem em si e resolverem tomar a rédea da coisa, acho que vai ser bem legal.

A Entrevista Jornalística

De acordo com Patrícia Ceolin do Nascimento (2009, p.97), "a entrevista, além de ser parte do trabalho do repórter nas notícias e reportagens, pode, ainda, constituir-se como texto 'autônomo' de caráter noticioso.(...) Pode assumir duas formas de apresentação: a entrevista corrida ou a entrevista pingue-pongue.
Na entrevista em texto corrido, o repórter apresenta as falas do entrevistado, intercalando discurso direto e discurso indireto. O texto, geralmente, inicia pelas declarações mais relevantes, mas a carga de subjetividade por parte do jornalista (que apresenta as falas) costuma ser mais expressiva (pode aproximar-se, assim, do perfil ou, ainda, servir-lhe de base).
Na entrevista pingue-pongue, por outro lado, aparecem, como o nome sugere, perguntas e respostas sequencialmente, mas isso não significa que dispensem organização jornalística quanto à hierarquia das informações

Redes Sociais na Política

Por Marla Vale

Redes Sociais na Política
Camilo Aggio

O uso das novas tecnologias da comunicação na propaganda eleitoral foi o tema abordado pelo marqueteiro, professor e pesquisador Camilo Aggio, em uma entrevista coletiva concedida aos estudantes do II Semestre de Comunicação Social da UESB, na manhã de quinta-feira, 21/10, em uma das salas do modulo acadêmico II.

Aggio destaca "Eu não consigo enxergar desvantagens das campanhas, as chamadas campanhas on-line para a sociedade civil, para o cidadão na medida em que grande parte da utilização, que se tem feito de recursos e ferramentas ligadas a internet por parte dos candidatos acaba por promover um maior fluxo de informação política, a meu ver relevante no que diz respeito a projetos a posicionamentos não obstante isso também proporciona que os candidatos sejam mais submetidos ao crivo e a critica dos eleitores."

A entrevista seguiu com um tom bem-humorado. Aggio respondeu às perguntas de cerca de 8 estudantes.

Aggio demonstrou confiança, em relação ao uso das redes sociais na propaganda eleitoral.
Em seguida quando questionado sobre o que realmente havia sido liberado, o pesquisador afirma. "Tudo é permitido na internet agora, a uma pequena restrição no que diz respeito ao web site esse sim precisa ser registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e 48 horas antes das eleições eles tem que sair ar. Mas, as redes sociais simplesmente foram entendidas, como um fórum aberto. Cuja liberdade de expressão é a tônica maior e não deve ser legislado, não há legislação sobre isso a não ser sobre a questão do anonimato do insulto, caso um candidato se sinta difamado, ai sim ele pode pedir direito a resposta, mas a legislação entende que a internet e como uma praça publica, onde todos falam o que acham que devem falar nos limites razoáveis, respeitando a liberdade do outro."

Por Fabio Rocha, Jobeslane, Marla.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O uso do preservativo

Por:Marla Vale


O início da vida sexual implica no uso de preservativo. Mas essa relação não tem feito parte da vida de pessoas sexualmente ativas.
Essas reconhecem a eficácia da camisinha como método perservativo, mais uma vez, em muitos casos ela não é utilizada devidamente em todas as relações sexuais.
Seu uso está mais associado á contracepção e às relações instáveis e são pouco usadas em relações afetivas mais estáveis.Muitas mulheres têm dificuldade de pedir ao parceiro que use o preservativo na relação sexual.
Este por marchismo ou pela idéia de que a sexualidade masculina detém p poder na relação, acaba por não fazer uso da camisinha. Isso aumenta o risco de contaminação destas mulheres.
Na ultima quinta-feira,02 de dezembro de 2010, foi realizada uma enquete na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia,UESB, campus de Vitoria da Conquista,entre jovens estudantes de 18 à 23 anos de idade, cujo tema abordado foi o uso do preservativo nas relações sexuais.
Do total de entrevistados,77%,entre homens e mulheres,confeçam que usam a camisinha.Já com relação a frequencia,54% dizem que faz uso em todas as relações sexuais.Quando se pergunta a respeito de carregarem o preservativo no bolso ou na bolsa,23% respondem que sim,andam previnidos.A última pergunta da enquete era quem já vez o teste de HIV,apenas 7,7% respondem positivamente. Essa ultima constatação comprova o descaso que as pessoas dão ao teste de HIV,que pode servir de prevenção ou caso for detectada a doença,a um tratamento adiantado.
É perciso reforça o uso da camisinha, e esta como parte da relação sexual,que visa proteger os parceiros de qualquer doença sexualmente transmissivel e não como uma obrigação devido ao temor da morte.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Gabarito oficial do Enem só será divulgado amanhã à noite

O gabarito oficial do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) só será divulgado nesta terça-feira, a partir das 18h. O prazo de 48 horas para a divulgação das respostas oficiais está previsto no edital do exame, divulgado no início deste ano, justifica a assessoria de imprensa do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas).

Apesar disso, em 2009, o gabarito oficial do exame foi divulgado no mesmo dia da aplicação da última prova. O resultado do exame sairá na primeira quinzena de janeiro.

A explicação dada à imprensa pelo presidente do Inep, Joaquim José Soares Neto, é que, por segurança, somente nesta segunda-feira as provas chegarão ao instituto para fechamento do gabarito com o objetivo de que nenhuma pessoa teria acesso aos resultados antes ou no dia das provas.

Falhas

Após o vazamento das provas no exame do ano passado, o Enem 2010 voltou a apresentar falhas. No cabeçalho da folha de respostas da prova, o espaço para o gabarito das questões de ciências da natureza estava incorretamente identificado como ciências humanas.

Os candidatos que tiveram problemas no sábado com o caderno de provas de cor amarela poderão refazer a prova, segundo o Ministério da Educação.

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas) informou que deve abrir uma página para reclamações na internet nesta quarta-feira. Os estudantes que se sentirem prejudicados com o erro no caderno poderão tecer suas reclamações. O espaço ficará no ar até o próximo dia 16.

Expansão

Desde o ano passado, o Enem se tornou uma das principais formas de acesso às universidades públicas. Segundo levantamento do MEC (Ministério da Educação) divulgado em agosto, ao menos 59 universidades federais usarão a nota do Enem de 2010 em seus processos seletivos. Parte delas com seleção pelo SiSU (Sistema de Seleção Unificada), para qual as inscrições devem começar em 20 de janeiro de 2011.

Pelo SiSU, devem ser abertas 80 mil vagas em instituições públicas de ensino superior pelo sistema, segundo a Secretaria da Educação Superior do MEC.

Caetité em festa com o DNJ

 Por: Marla Vale















O DNJ,Dia Nacional da Juventude 2010,foi comemorado com muita festa durante todo dia de domingo,24 de outubro,pela Diocese de Caetité.Cerca de 2 mil jovens sairam desfilando pelas ruas da cidade cantando em caminhada até o Ginasio de Esportes.Onde o Bispo,Dom Ricardo Brusatti,e outros padres esperavam a multidão,para dar início a celebração da Santa Missa.O evento seguiu por toda a tarde do domingo com apresentações dos diversos zonais da Diocese.
Em 2010, as Pastorais da Juventude,os variados grupos e movimentos que trabalham com jovens e toda Igreja do Brasil celebram o Jubileu de 25 anos do Dia Nacional da Juventude.O Jubileu do DNJ,que iníciou em 1985,quando a ONU(Oganização das Nações Unidas)determinou o Ano Internacional da Juventude,coincide novamente com o mesmo anúncio da ONU-2010 é o ano da Juventude,no mundo todo,para gerar diálogo e entendimento mútuo.
Na manhã do dia 24 de outubro,Caetité,cidade com um pouco mais de 48 mil habitantes,terra que deu ao Brasil o grande educador Anício Teixeira e o cantor Waldick Sorino,recebeu a visita de cerca de 2 mil jovens,vindos dos 35 municípios que compõem a Diocese,para comemoração do Jubileu de 25 anos do Dia Nacional da Juventude.Este ano teve como tema-DNJ 25 anos:Celebrando a memória e Transformndo a história,já como lema-Juventude:muita reza,muita luta,muita festa em marcha contra a violência.Os jovens concentraram-se na Praça da Catredal da cidade,de onde partiram atras de um trio elétrico,animado pelo ministério de música do município de Candiba.Nem o sol forte conteve a multidão que cantava em caminhada até o Ginásio de Esportes Professor  Francisco Hélio Negreiros,local do encontro,onde foi celebrada a Santa Missa,presidida pelo Bispo Dom Ricardo Brusatti e concelebrada  pelos padres das varias paróquias que se encontravam presente.Em sua homilia,o Bispo Dom Ricardo,pediu para que os jovens se tornem promotores da paz em seus afazeres do dia-dia,já que a juventude cristã tem conhecido e deve agir para mudar esse quadro da violência no país.Ao perguntarmos sobre o evento do DNJ,para o Padre José Silva Figueiredo,pároco da cidade de Brumado,ele diz:"O DNJ é parte de um todo maior que busca a dignidade jovem;ele celebra as lutas anuais dos jovens organizados;é a mobilização maior,concentrando multidões de jovens que buscam novas relações de vida pautadas na justiça social,no poder popular,na legitimidade  da diversidade,no protagonismo juvenil,na educação e na contrução da paz."Indagamos-o a respeito do tema da festa deste ano,o Padre conta que:"Este ano,jovens brasileiros beberam das fontes como,a Palavra de Deus,o Documento de Aparecida,Documento 85 da CNBB,Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora,Campanha da Fraternidade,Projeto de Revitalização da Pastoral Juvenil na América Latina e da Campanha Nacional contra  violência e o extermínio de jovens."A partir das14 horas o evento proseguiu com muita música e animação juntamente com o mistério de música de Candiba,ocorreram diversas apresentações culturais preparadas pele juventude dos zonais que compõem a Diocese,além  de manifestações variadas,com temas que contavam a história dos 25 anos de DNJ.
O evento encerrou às 16 horas e realizou-se graças aos esforços e organização da coodenação diocesana da  Pastoral da  Juventude,além de empenho detodas as paróquias,sobretudo o esforço do Setor Jovem de Brumado.









domingo, 7 de novembro de 2010

Presos fazem rebelião com refém em Brumado


Os detentos da 20ª Corpin, localizada em Brumado, a 654 km de Salvador, realizam uma rebelião desde as 11h deste sábado (06). Segundo informações de agentes da delegacia do município, o motim ainda está em cursos e os motivos do movimento ainda não foram divulgados oficialmente pelos policiais que participam das negociações.
O refém dos presos seria um carcereiro que iniciou o trabalho no local há dois dias. Os policiais se organizaram ao redor do prédio para evitar uma tentativa de fuga.
Por: Correio24horas

 

sábado, 16 de outubro de 2010

Mostra Cinema

Por Marla Vale

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Celson Sabatin,na Mostra Cinema
Nos dias de 05 a 09 de outubro aconteceu em Vitoria da Conquista,a Mostra Cinema Conquista,um olhar para o novo cinema,onde houve apresentação de filmes,conferencias,oficinas,exposição e lançamento de livros.As conferencias foram realizadas no Teatro Glauber Rocha,no campus da UESB e tiveram dentre os coferencistas Éder Santos e Celson Sabatin.
A Mostra de Cinema Conquista,Um olhar parao novo cinema,no seu sexto ano,expos de 05 a 09 de outubro em Vitoria da Conquista,diversos filmes,conferências,oficinas,exposiçoes e livros.As conferências realizaram-se no Teatro Glauber Rocha ,na UESB,de 06 a 08 de outubro,sempre as 09 horas,a abertura ficou por conta do pró-reitor de graduação,Luis Artur dos Santos,do diretor da pró-video da  UESB,Carlos Alberto Andrade e do coordenador da Mostra ,Esmon Primo.Logo apos, inicia a conferencia ,com tema "Tecnologia digital e videoarte",Cyntia Nogueira,professora da UFRB/Ba,faz a apresentação do coferencista Éder Santos,videomaker e videoartista.O videomaker comenta sobre seu segundo longa,Deserto Azul,que classifica como ficção cientifica,o qual foi filmado em estúdio aberto(mais de 90% do longa).Santos expõe uma demostração de pequenos curtas,dentre eles, A galeria das Almas -Brasilia 2009.Na quinta- feira,07,o tema foi "Por quer crítica e público nuncase entendem?"que teve como apresentador José Duarte,professor da UESB/Ba ,e o coferencista foi Celson Sabatin ,jornalista,escritor e crítico de cinema.Sabatin diz o crítico de cinema tem que ser,primeiramente um autodidata,pois na falculdade de jornalismo não existe uma carreira para o crítico de cinema.O jornalista fala que para um crítico jornalistico existe um trípe,composto por informação,opnião e interpretação.Sabatin esclarece que a informação esta cada vez mais facil graças a Internet.Opnião é a parte que o crítico precisater mais fundamento,conhecimento e estudar sempre.Já intepretação ,é a parte que Celson Sabatin mais gosta ,pois leva além do que a historia quer dizer,estrapolando o roteiro.No dia 08,o tema foi "O pensamento e o Cinema segundo Deleuze",Leonardo Maia,professor da UESB/Ba,apresentou o coferncista,Auterives Maciel,escritor  e professor da UFF e PUC,na cidade do Rio.Maciel  comenta que o artista é como aquele que cria através de sensações.O escritor explica que,o que existe da imagem é uma outra imagem,por isso que ao assistir um filme,vemos  a imagem que existe através de uma outra.

Entrevista

Entrevista
É a tecnica de obtenção de materia de interesse jornalistico,por meio de perguntas a outrem ,para materia o que interessa é o formato.A entrevista jornalistica pode ser considerada como uma reportagem provocada,chamado assim de meta- acontecimento ou acontecimento mediatico  

Reportagem

Reportagem
Vem do ingles(to report) via frances(reportage),reportar,narrar e contar e etc.
"o relato jornalistico-descritivo ou narrativo-com uma apreciavel extenção,estilo literario muito pesoal atraves do qual se da conta ou se explica como sucederam certos fatos não necessariamente recentes" Citação do Joaquim Letria
Muito usadas no telejonal e em revistas semanais,com no mínimo de cinco laudas.Nos impressos a reportagem é menos comum,pelo fato de ter um alto custo,e quando aparecem nestes costumam sair no domingo pois há mais tempo para serem produzidas.
João do Rio-João Paulo Alberto Coelho Barreto-
  • criador da reportagem no Brasil no fonaldo seculo XIX e XX
  • foi uma das personagens mais influentes do inicio do seculo XIX,o primeiro jornalista a escrever reportagem
  • começou a escrever crônicas no Rio de Janeiro,entre 1898 e 1899
  • em 1903 ingressou na Gazeta de Notícias
  • usou um tecnica nada usual no Brasil de então, foi as ruas
  • publicou as reportagens

Notícia

Notícia
  • Manchete(título): este deve ser atrativo,resumido e manter um certo mistério.
  • Chamadas: deve esta sempre na primeira página,trazendo um resumo.
  • Legenda/foto-legenda: nos jornais impressos deve ser curta,uma linha apenas,identificar e interpretar fotos e imagens.
  • Box: vem sempre como complemento da informação,notícia,separado por uma caixinha,e pode ser dispensavel.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Gêneros

 Gêneros

Jesus Matim-Barbero é mais claro ao afirmar que os gêneros atuam estrategicamente na produção e como leitura de si mesmo, permitindo que o sentido da narrativa seja produzido e consumido. “lido e compreendido, e que, diferentemente da obra na cultura culta, constitui-se na unidade de análise da cultura de massas” (MARTIM-BARBERO, Jesus. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. RJ: UFRJ, 1997, p. 183)

Gêneros Jornalisticos

Gêneros jornalisticos

Informativo

Interpretativo

Opinativo

Divercional

Utilitário

Formato do gênero informativo

Formato do gênero informativo

Nota

Notícia

Reportagem

Entrevista

Notícia

Notícia
Notícia é a expressão de um fato novo, que desperta o interesse do público a que o jornal se destina. Caracteriza-se por uma linguagem clara, impessoal, concisa e adequada ao veículo que a transmite. Deve ter o predomínio da função referencial da linguagem. Há predominância da narração.  Por ser  impessoal, o discurso  é de terceira pessoa. Em  sua estrutura padrão,  possui duas característica fundamentais: “ Lead” e corpo.
 “Lead” consiste num parágrafo que apresenta um relato sucinto dos aspectos essenciais da notícia, cujo objetivo é dar informações básicas ao leitor e motivá-lo a continuar a leitura. Precisa, normalmente, responder às questões fundamentais do jornalismo: o quê, quem, quando, onde, como e por quê. Corpo  são os demais parágrafos da notícia, nos quais se apresentam o detalhamento do exposto no “lead”, fornecendo ao leitor novas informações em ordem cronológica ou de importância.
Portanto, ao  se escrever uma notícia, deve-se atentar para essas características de suma importância. (Referência bibliográfica: CEREJA, William R. & MAGALHÃES, Thereza C. Português: Linguagens. São Paulo: Atual editora, 1994, V.2)
INSS:quem já sofria com os atrasos no agendamento do órgão,agora,após a greve,terá que esperar em uma longa fila
Salvador tem 15 mil perícias atrasadas 
Durante a greve de quase três meses dos medicos-peritos do Instituto Nacional de Seguridade Social(INSS),terminada há dois dias,três mil perícias deixaram de ser realizadas em Salvador.A paralizaçao agravou um quadro já preocupante.As perícias já agendadas e ainda não-realizadas chegam a 15 mil em Salvador ,ou seja,62,5% da demanda reprimida de 24 mil exames em todo o Estado.
O cenário,ligado a um histórico precário do INSS-no Brasil a demanda reprimida é de 400 mil perícias - vem se acentuando desde setembro do ano passado,quando os peritos deflagraram o chamado "movimento por excelência",protestando contra a exigência do INSS de que cada medico realizasse 18 exames por dia.A meta não foi atendida e apenas 12 perícias,no maximo estao sendo realizadas.a polemica veio em sequência.A populaçao sofre as  consequências e viu a situaçao se agravada nos 84 dias de greve. 

(Jornal A tarde,Salvador quinta-feira 16/09/2010)

Nota

NOTA
A Nota Jornalística "é uma notícia que se caracteriza pela brevidade do texto,ou pequena notícia que se destina a informação rápida"(Andrade e Medeiros).A nota é uma notícia  composta apenas pelo lide,o que diferencia desta,apenas no tamanho.Chamada de "drops" é geralmente em coluna,possui pouco valor notícia.Antigamente era denominada de "calhão",usadas para preencher espaços vazios.